É errado vender opinião e conteúdo no Blog?

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Um debate que surgiu recentemente pode afetar o “ganha-pão” de muitos blogs. A venda de resenhas (reviews, publieditoriais, artigos patrocinados) em blogs é uma prática comum e, muitas vezes o primeiro caminho para a monetização eficiente. Blogs que escrevem sobre serviços e produtos de terceiros chegam a receber em dinheiro ou em forma de “brindes” de empresas para publicar artigos enfatizando a marca. A questão é: está errado vender opinião em forma de conteúdo para favorecer uma marca/produto? É errado esse tipo de divulgação e comércio?

O debate surgiu com críticas à marca Sephora (empresa de cosméticos voltado especialmente para o público feminino), que pagou blogueiras para publicarem propaganda supostamente “disfarçada” em seus respectivos blogs. O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) foi acionando por denúncias de publicidade enganosa.

Analisando o caso, percebi que as blogueiras receberam um press release (um mini artigo padrão da empresa com o que ela espera que contenha numa resenha). As blogueiras simplesmente leram e fizeram pequenas modificações e publicaram conteúdo elogioso praticamente idêntico. Além do fato de não terem indicado no artigo que se tratava de um artigo patrocinado.

Está errado vender opinião no Blog?

A questão é: seu blog ganha credibilidade e seu público passa a gostar de suas opiniões, artigos e confia cada vez mais naquilo que você publica. Estaria errado vender artigos patrocinados para empresas divulgarem suas marcas e produtos, baseada nessa credibilidade que o seu blog conquistou?

Penso que, desde que esteja devidamente indicado no artigo que aquele conteúdo é patrocinado, o post é uma forma de publicidade viável e aceitável para qualquer blog em qualquer nicho.

Cabe ao blogueiro definir que tipo de propagando quer fazer e acha compatível com seu estilo, público e conteúdo. Não pode ser incoerente de, ao mesmo tempo em que critica algo, logo depois vender conteúdo elogioso ou falar de algo que nunca usaria ou não recomendaria realmente.

Mas esse post aqui foi apenas para levantar a questão e ouvir a opinião de outros blogueiros, sobre o que vocês acham desse tipo de prática e como pode ser usada de forma correta e ética, sem enganar os leitores do Blog.

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35 Comentários

  1. Andei.
    Por mim, o blog pode enfiar propaganda goela abaixo de todo mundo. Pode escancarar que é publicidade e pode travestir de opinião. Andei mesmo.

    O conteúdo em si já é pré-moldado mesmo para vender o próprio blog.

    Eu coloco que a publicidade é publicidade não para alertar meus leitores, pois quero que eles se explodam caso sejam teleguiados, mas sim para alertar a outros possíveis anunciantes que ali se vende publicidade.

    Avisar que um anúncio é um anúncio, é na prática, publicidade de um serviço que o blog presta.

    ****
    Disclaimer: Isso não quer dizer que vá anunciar qualquer produto, ou que vá mentir na cara-dura sobre o mesmo, ou inventar uma opinião sem tê-la (o que escrevi acima se refere ao formato que se entrega aos leitores)

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  2. Eu concordo que todos os anúncios publicitários devem ser identificados como tal, mas acho que isso deveria ser válido para todos os tipos de mídia.

    Quando uma personagem bonita e elegante de uma novela fala durante um capítulo que gostou muito de determinado produto de beleza e que a colega deveria usar também, não há nenhum tipo de aviso de que aquilo é propaganda.

    Além disso, diversas celebridades fazem tweets com anúncios e quase nunca os divulgam como tal.

    Acho que o CONAR só escolheu as blogueiras de moda como bode espiatório porque não é de hoje que existe uma discussão na internet sobre a publicidade desse nicho. O CONAR quis chamar a atenção do público escolhendo um assunto que literalmente está na moda.

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  3. Acho que o necessário é o blogueiro não comprometer a confiança que os leitores depositam nele. Ser pago para expressar uma opinião não é um problema. O problema é omitir que se trata de uma publicidade e, em casos mais graves ainda, o blogueiro expressar uma opinião não verdadeira. Daí é ponto negativo para todos os lados, com risco de perder o cliente e o leitor.

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    • omitir que é publicidade, nem me incomoda. O chato é quando vc percebe que o que ele escreveu, não é a verdade. As vezes percebe isso porque percebe pelo jeito q ele escreve que é ‘um discurso escrito para vender’ ou pior,descobre que era só blá blá blá quando consome o produto e vê que não é nada daquilo que o blogueiro tanto elogiou…

      Artista faz muito isso tbém. Sei lá, mas eu acho difícil um famoso, que tem opção com tanto óleo, usar aquele óleo Paixão, por exemplo. Vai ver que porque eu não gosto…Acho q pra elogiar, só pagando rsrs

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  4. Concordo com você Marcos, não há nada demais em “vender opinião” desde que os leitores sejam advertidos. No meu blog eu coloco um aviso gigante como o do Paulo Faustino avisando que aquilo se trata de publicidade paga. Os leitores entendem e até compartilham nas redes sociais.

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  5. Em alguns casos, a empresa envia para o blogueiro uma amostra grátis do produto.
    Se o blogueiro, mesmo sendo pago para fazer propaganda, gosta do produto, não vejo problema dele fazer um post elogioso.
    Todos nós gostamos de alguns produtos do mercado e se o fabricante deste produto nos pagar para falar bem, a nossa opinião servirá de propaganda, sem que esta opinião paga seja mentirosa.
    O que não concordo é fazer propaganda pró, sem avisar que é paga, de um produto porcaria, que o blogueiro abomina.
    É como a Mira comentou, nas novelas, seriados e até em alguns filmes, aparecem as marcas e produtos sem ninguém avisar que é propaganda e muitas vezes está nítido para os mais atentos que o ator nunca consumirá aquele produto.
    O CONAR escolheu as blogueiras por que não são tão poderosas como as emissoras de TV. Alvo fácil para fazer nome em cima dos mais frágeis.

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  6. Na forma que você passou no post, eu descordo da atitude.
    O blogueiro estaria “iludindo” os leitores.
    Até porque os leitores confiam né?
    Agora se o blogueiro realmente gostar do que está divulgado, tudo bem, nem vejo motivos para dizer que aquilo é algo “monetizado”.

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  7. É tão relativo que chega a ser difícil dizer, mas no geral, em minha opinião, não é certo – a menos que esteja claro que é um artigo patrocinado. E, certamente, não faz sentido falar de um produto que você não conhece.

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  8. Marcos Lemos,
    eu penso que não é correto escrever um artigo num blog e não deixar claro que ele não é sua opinião mais pura e sincera. Se você foi movido a escrever aquele artigo por uma ação de marketing, isso deve ficar claro no texto.
    O que acontece é que a grande maioria das agências de publicidade que entram em contato querem “exigir” que o blogueiro não alerte seus leitores de que o texto é um “artigo patrocinado”.
    Sei que é difícil para a grande maioria dos blogueiros recusar uma proposta se a agência não aceitar a informação no final do artigo dizendo que é um artigo patrocinado, mas esse deveria ser o caminho.
    Abraço e parabéns por levantar uma discussão tão importante e necessária.

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    • Gustavo,

      Já passei por isso algumas vezes também, onde a agência exigia que o artigo não fosse identificado como material publicitário. Em todos os casos eu recusei a oferta e preferi perder o cliente.

      Realmente é muito difícil agir assim, inclusive quando a proposta de pagamento é tentadora.
      Mas penso que nós blogueiros devemos recusar esse tipo de coisa para fazermos valer o que é ético e correto. Nossa credibilidade sempre pesará mais.

      Esse é um tema complicado, principalmente se o norte de uma campanha for justamente agir de forma camuflada para atingir seu objetivo – se isso faz parte da estratégia. Então, se essa é a estratégia, deverá existir um momento da campanha em que será revelado que se tratava de publicidade também.
      Agora, exigir que não seja exibido nenhum aviso sem explicação coerente, então eu prefiro ficar fora.

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  9. Eu tenho alguns artigos publicitários publicados nos meus blogs, à pedido da agência eu não coloco o aviso. No entanto, se o leitor for um pouquinho esperto perceberá que se trata de um publieditorial.

    Já tentei argumentar com a agência sobre este assunto, mas eles dizem que são os clientes que não querem que o aviso seja inserido nos posts.

    Neste caso, o que eu faço em respeito aos meus leitores é escolher apenas textos que sejam relevantes e que agreguem algum valor ao conteúdo dos blogs que administro.

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    • Rodrigo, eu não acho ruim o blogueiro não dizer que é um post pago, até porque quando a gente já lê que é publicidade, tende a achar que qualquer elogio pode estar sendo mais influenciado pelo $ que pelo uso do produto pelo blogueiro.

      Aliás, penso que se o blogueiro vai opinar sobre um produto, deve conhecer, fazer uso… Isso de ‘chutar’ é que acaba com a confiança.

      Por isso que eu acho legal blogueiro que não faz post só com informações que ele colhe; blogueiro tem que dar sempre a sua opinião, o seu ponto de vista nos textos mesmo que ele esteja reproduzindo uma notícia ou esteja postando uma charge. Quando a gente sabe que o blogueiro sempre expõe seu pensamento, fica mais fácil dar uma chance ao que ele indica…

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  10. O problema de fazer um post elogiando um produto ou serviço é, se que a qualquer momento a qualidade cair, sua credibilidade será condenada também.
    Acho mais válido a propaganda no site propriamente dita do que redigir um texto sobre um produto que você finge que conhece com base em opiniões superficiais.

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  11. Esse assunto é muito complexo, tem que ser bem pensado e avaliado.
    Acredito que do mesmo modo que uma emissora de TV exibe cenas da novela em que claramente vende espaço publicitário sem avisar por meio de texto que é uma publicidade paga, os blogs deveriam ter meios para não causar ruído no texto afirmando que é uma propaganda. Acho que deveria ser pensado um dispositivo, uma saída para o fácil reconhecimento de que é um artigo pago.
    Uma das diferenças é que a cena de uma novela só passa uma vez e os conteúdos disponíveis na Web podem ficar online indefinidamente. Mas acho fraquíssimo esse argumento.
    Outra diferença é que os atores de uma novela estão em uma produção fictícia. Os espectadores sabem que ali são personagens. A associação imediata (à primeira vista) do produto não é diretamente com a pessoa que representa, mas com o personagem representado. O espectador já tem alguma noção de que há merchandising em filmes e novelas especialmente quando as marcas são expostas.
    No caso de um artigo pago, o leitor não pensa geralmente que quem fala é um personagem fictício, mas que é a voz e o pensamento de uma pessoa real utilizando aquele espaço para divulgar livremente suas ideias.
    Até no cinema o que mais se vê é este tipo de propaganda não-declarada, não-informada. Mas se informassem isto por meio de texto no momento da cena causaria um certo ruído. A cena perderia a graça.
    Quem não já viu notebooks VAIO, Coca-Cola e produtos Apple em inúmeros filmes americanos? Não sou contra.
    Acho que o texto, a linguagem empregada em posts pagos deveria ser diferenciada. Não deveria o editor expressar aquele conteúdo pago como se fosse sua opinião pessoal, a mais sincera e verdadeira opinião. A não ser que fosse mesmo, mas sem receber por isso ou, de outro modo contasse da sua alegria por estar dizendo o que realmente acha do produto e ainda está ganhando com isso.
    Mesmo em programas de auditório é fácil identificar quando os apresentadores estão anunciando produtos, como ocorre em Faustão, Gugu, etc. O espectador já sabe que é comercial, por mais ingênuo que pareça.
    Então, não acho errado.

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    • Oi Jackson, a questão do meu comentário com novelas foi por conta de ações muito específicas que elas fazem. Uma coisa é um filme mostrar um personagem utilizando um notebook e você identificar nele a maçã da apple. Outra, totalmente diferente, é um diálogo entre duas personagens mais ou menos assim:

      “Nossa! O seu cabelo está um arraso”
      “Obrigada, amiga! É que eu estou usando esse produto x, ele é ótimo! Você devia usar também”

      Sexta-feira na novela eu ouvi uma personagem comentando que a “Claudia Raia” usava determinado produto. Por isso que eu acho que, por mais que os personagens sejam fictícios, há que se ter cuidado com a forma de fazer propaganda nessas mídias.

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  12. Eu concordo com Gustavo Freitas e Marcos Lemos. A questão está na Ética individual. As pessoas acham que uma mentirinha não vai danificar o próprio senso ético e moral e refletir na sociedade. Então… uma mentirinha, depois mais uma, depois … e chegamos aonde estamos num país com sua população sem credibilidade. Essa patologia do poder “bandidal” é conhecida atualmente como Psico-Sócio-Patologia, uma doença psíquica que domina a humanidade.

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  13. Acredito sinceramente que uma resenha patrocinada, apesar de ter um foco publicitário, é algo benéfico para a saúde de um blog. Quando temos uma resenha, ela também agrega conhecimentos indiretos para a audiência, pois as pessoas podem comparar com outros produtos/serviços, além de ter um leque de escolhas para a tomada de decisão.

    Eu entendo que no caso de uma postagem patrocinada, temos que ter uma mentalidade clara de:

    1) Acreditar no que estamos promovendo

    Se realmente tomamos ciência da qualidade do serviço/produto, sendo algo que você até mesmo compraria ou indicaria naturalmente, eu não vejo problemas de não citar que é um texto publicitário.

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  14. Assim como disse acima a Cíntia, eu concordo que todos os anúncios publicitários devem ser identificados como tal.
    Até aqui não tive problemas neste sentido com os anunciantes em meu site.
    Parabéns Marcos por iniciar essa discussão tão série e pertinente.
    Um abraço!

    Responder

  15. Eu sempre agi conforme o que o Bruno disse, mas o que eu acho ou o que nós achamos não faz diferença na hora que tomarmos uma notificação do Conar se for o caso, por que é LEI que toda propaganda tem de ser identificada, está no codigo do consumidor isso, infelizmente não temos escolha a não ser identificar, ou ficar correndo risco da notificação =/

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  16. A propaganda online é recente e a ética ainda está em construção.
    Particularmente só anúncio produtos que realmente ratifico a qualidade.

    Num pais tão carente de educação, publieditoriais sem aviso iludem grande parte dos leitores. Mas, não seria esta mesmo a intenção? O que é ético ou não?

    As discussões são válidas, ampliam percepções, destroem e reconstroem opiniões.

    Abraço!

    Responder

  17. O dono do blog tem que ter suas regras estabelecidas, se o anunciante deseja anunciar nesse blog, ele tem que aceitar as condições. Mas acredito que poucos deixam essa informação disponível e/ou recusam a ofertam.

    Responder

  18. Por mim, não há necessidade de alertar nada. O leitor que realmente conhece o blogueiro saberá que aquilo se trata de propaganda. Assim acontece com as novelas e os filmes. Quantas vez não vimos propagandas dentro deles. Não há aviso e ninguém reclama!

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  19. Pingback: Blogosfera: Como Blogar com Consciência? | Rentabilização de Blogs: Dicas e Informações reais para Blogueiros

  20. Acredito que o correto seria todo post pago ser publicado como tal, mas como comentei aí para cima: não vejo problema em post financiado que não avisa que é propaganda, até porque o tal ‘post patrocinado’ gera muitas vezes a sensação de que a indicação é mais por causa da $ do que realmente porque o blogueiro gosta do que está anunciando’.

    Aliás, para não queimar o filme com seus leitores, melhor não fazer propagando do produto e sim divulgar o produto. E para divulgar algo o blogueiro precisa conhecer sobre o que vai falar e, se possível, experimentar o que vai elogiar e pedir a opinião da mãe, do tio, do sobrinho…Cada produto tem seu público.

    E faz toda a diferença na hora de divulgar um produto se a gente sabe que o blogueiro está sempre dando a sua opinião no que escreve. O blogueiro abrir espaço nos seus posts para a sua opinião pessoal quando posta uma notícia que tirou da internet ou uma charge que copiou de outro blog, gera credibilidade. E aí fica mais fácil divulgar um produto.
    Citar ou não que está recebendo por isso acaba sendo apenas política do blog.

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  21. Só pra constar:

    ‘Analisando o caso, percebi que as blogueiras receberam um press release (um mini artigo padrão da empresa com o que ela espera que contenha numa resenha). As blogueiras simplesmente leram e fizeram pequenas modificações e publicaram conteúdo elogioso praticamente idêntico…” – Marcos Lemos.

    Isso, além de vergonhoso é de uma preguiça. Assim,blogueiros, NÃO PODE! 🙂

    Responder

  22. “Oi Ruy! Tive uma idéia! Você vai escrever um post sobre o nosso produto mas não vai falar pra ninguém que foi pago OK!”

    Ta OK!

    Dia seguinte, depois da grana cair na conta:

    “Porra Ruy! Que postagem é aquela que você escreveu logo depois do post pago? Comparando nosso produto com o da concorrência!”

    Ué eu fiz aquilo pra demonstrar pros meus leitores como fica o seu produto comparado com o restante.

    “Mas isso tá ferrando com a gente! Tira essa postagem!”

    Bom amigo, daí você vai precisar adquirir nosso novo pacote MENTIRA TOTAL no qual você paga o DOBRO do que pagou pelo Post Pago, e retiramos esta postagem, não se esqueça que continuo aceitando cartões de crédito!

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  23. Resenhar um produto não acho que seja considerado uma prática enganosa de ganhar dinheiro, desde que pelo menos dois aspectos sejam evidenciados pelo blogueiro/escritor:

    1. Que, como o Marcos lembrou, o texto venha “carimbadíssimo”: “este é um artigo patrocinado”.

    2. Que o texto tenha o máximo de isenção possível, ainda que patrocinado. Ou seja, que o blogueiro tenha a personalidade – para não dizer, a coragem – de demonstrar uma opinião balizada no que realmente é a sua impressão sobre o produto, e não copiar os releases pré-entregues, na tentativa de recheá-los com a “originalidade” de sua pena

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  24. Pingback: O que são Publieditoriais ou Artigos Patrocinados?

  25. Bacana o debate, Marcos. Porém um artigo patrocinado é totalmente diferente de enganar o leitor. Alguns blogs pecam ai. Só uma correção: press release não é um mini artigo padrão. Ele pode ter os mais variados formatos e visa munir a imprensa de informações preliminares (ou mais extensas) para cativar um espaço em seus veículos.

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